Ferradura da sorte

Sonia Racy

15 de setembro de 2011 | 23h01

Foi quase tão difícil quanto saltar um obstáculo de 1,5 m, mas Raquel Correa, diretora de Marketing da JHSF, conseguiu trazer a São Paulo a Copa Hermès de Hipismo. Em meio a planilhas e relatórios que levou a Paris para reuniões com o board da grife, ela conversou com a coluna sobre o evento, que acontece nos dias 22 e 23 de outubro, na Fazenda Boa Vista, interior do Estado.

Como foi o encontro com os executivos da Hermès?

A JHSF é a concessionária da marca no Brasil. Mesmo assim, a grife estava muito reticente em fazer o evento fora da França. Eles são muito criteriosos e a Copa está na segunda edição lá, então é uma experiência bastante recente também para a Hermès.

Você trouxe os franceses?

Sim, o primeiro a vir foi o Fabrice Crespel, diretor da área equestre da Hermès. Aí ficou mais fácil, porque ele se impressionou muito com o que viu lá na Fazenda Boa Vista, com a infraestrutura do lugar, o hotel Fasano, a sede equestre etc.

Quais os prêmios em disputa?

Produtos da Hermès, claro, incluindo um carré de seda para a melhor amazona. E prêmios em dinheiro também. Na categoria sênior, por exemplo, que reúne cavaleiros profissionais, o campeão da prova levará R$ 100 mil e uma sela Talaris.

Qual o público esperado e o investimento no evento?

Não falamos sobre números, mas a organização espera cerca de 1.200 pessoas por dia. Teremos um espaço kids, desenhado pelo Isay Weinfeld (que também desenhou a sede equestre), e muitas atividades para a família.

O torneio entrará no calendário nacional de hipismo?

Já estamos em contato com a Confederação Brasileira para isso. E a competição vale pontos no ranking.

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