Favas contadas

Sonia Racy

12 Dezembro 2014 | 01h11

A conversa ontem, antes do almoço de fim de ano da Febraban – no Hotel Unique, em SP –, não girou em torno da fragilidade das contas públicas brasileiras. Esse capítulo, pelo que se ouviu, é praticamente página virada ante a credibilidade que Joaquim Levy, futuro ministro da Fazenda, tem no setor.

Acreditam que ele fará o que for necessário para o Brasil voltar ao equilíbrio fiscal.

Favas 2

O foco da preocupação dos presentes era outro: a dimensão do desastre em curso, provocado pelo escândalo do “petrolão”.

Nenhum deles ousou ensaiar uma previsão sobre o tamanho da contaminação da atual paralisia na Petrobrás sobre o restante da economia nacional.