Família Kopenhagen lança nova marca de chocolates

Família Kopenhagen lança nova marca de chocolates

Sonia Racy

13 Julho 2016 | 01h51

familia-produtos

Paulo Kopenhagen Goldfinger e os filhos Chantal e Gregory, membros da família fundadora da Kopenhagen, lançam uma nova marca de chocolates da família, a Gold & Ko – vinte anos depois de terem vendido a empresa que ainda leva seu sobrenome. Os sócios não temem comparações entre os novos produtos com os antigos, considerados best-sellers do mercado. E mais: informam que não existe hoje nenhuma restrição legal para que voltem a fazer chocolates. Por que voltaram? “Porque está no nosso DNA. É o que sabemos fazer”, explicou Chantal, ao contar que foram mais de três anos de pesquisas e estudos para chegarem a uma receita com menos açúcar, mais cacau e “muita personalidade”.

Há quanto tempo a família vendeu a Kopenhagen?

Faz 20 anos, foi em 1996.

Está liberado por contrato da venda da marca fazerem produtos similares aos da marca?

Não há restrição alguma. Estamos liberados para fazer chocolate como qualquer outra marca. Nossos produtos são totalmente diferentes dos deles.

O que mudaram na receita?

Foram mais de três anos de pesquisas e de estudos sobre tendências dos consumidores, o que resultou em uma receita com menos açúcar, mais cacau e muita personalidade. Esses estudos também resultaram no desenvolvimento de um chocolate zero açúcar, de sabor praticamente idêntico ao que contém a substancia.

Como foi o desenvolvimento da identidade visual da marca?

Nosso intuito é produzir um chocolate de altíssima qualidade, com uma identidade jovem e bem-humorada, e que de alguma forma trouxesse nos detalhes a nossa tradição familiar. Tudo aqui é novo. Estamos criando uma marca.

Onde são os pontos de venda? Possuem loja própria?

Não pretendemos abrir loja própria. Queremos ter a maior capilaridade possível. Para tanto, estamos vendendo nossos produtos em diversos pontos, como padarias, atacadistas e lojas de conveniência.

A produção é própria ou terceirizada?

Tendo em vista o cenário de baixo crescimento no Brasil e alta capacidade ociosa da indústria, estamos utilizando da infraestrutura de terceiros para produzir. Com nosso know-how e constante supervisão. /SOFIA PATSCH