Falta de segurança em presídio pesou em decisão de Cármen Lúcia

Falta de segurança em presídio pesou em decisão de Cármen Lúcia

Sonia Racy

09 Janeiro 2018 | 01h20

MINISTRA CÁRMEN LÚCIA, COM O GOVERNADOR MARCONI PERILLO

MINISTRA CÁRMEN LÚCIA, COM O GOVERNADOR MARCONI PERILLO. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADÃO

Cármen Lúcia saiu de Brasília ontem cedo para visitar, em Aparecida de Goiânia, o presídio onde ocorrem as rebeliões. Mas não o fez. Marconi Perillo, governador de Goiás, alegou em nota oficial que ela não visitou o Estado para vistoriar presídios e sim “para discutir o sistema penitenciário local e nacional”. E que não houve, em momento algum, por parte do Supremo ou do CNJ, “solicitação de agendamento de visita ao complexo”.

Não foi bem assim. Pelo que se apurou, não há segurança mínima, hoje, para se garantir qualquer “visita” ao local, seja da ministra ou de quem for. Fortemente armados, até bomba Molotov os presidiários possuem.

Sendo assim, a presidente do STF entendeu como mais adequado pedir nova inspeção.

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