‘Eu amo os brasileiros e eles me amam’, diz Buddy Valastro, o ‘Cake Boss’

‘Eu amo os brasileiros e eles me amam’, diz Buddy Valastro, o ‘Cake Boss’

Marcela Paes

18 de junho de 2022 | 01h00

Buddy Valastro é o confeiteiro por trás da Carlo’s Bakery. Foto: Instagram/@carlosbakerysp

Conhecido pelos bolos elaborados e ultra decorativos, Buddy Valastro diz preferir o sabor à imagem da comida. Mas sabe que em uma era dominada por fotos de pratos em redes sociais, sua habilidade para criar gostosuras instagramáveis é bem-vinda.

“A gente come com os olhos primeiro, hoje mais do que nunca. Eu não sei se os adolescentes daqui fazem isso, mas nos Estados Unidos você sai para comer com seus filhos e a primeira coisa que eles fazem quando chegam os pratos é tirar várias fotos”, diz. O confeiteiro e astro do reality show Cake Boss está em São Paulo para comemorar os cinco anos da abertura da primeira Carlo’s Bakery na cidade, que diz considerar sua segunda casa.

“O Brasil é o país em que eu mais passei tempo depois dos Estados Unidos. Eu amo os brasileiros e eles me amam de volta”. O amor mútuo se traduz nas vendas de sua “padaria”. São seis unidades abertas em São Paulo e que juntas já comercializaram cerca de 1,5 milhão de cannolis, um dos carros-chefe do negócio, e 700 mil cupcakes.

Segundo Marcos Kherlakian, sócio e CEO da Carlo’s Bakery Brasil, a ideia é expandir a marca para outros Estados, como Rio de Janeiro e Paraná. Apesar do esforço para replicar os sabores e o clima da matriz americana em terras brasileiras – a equipe da primeira filial paulistana passou mais de seis meses trabalhando com Valastro em Nova Jersey – o confeiteiro tenta incorporar os sabores nacionais nas criações para o País e um de seus doces favoritos é o que ele chama de “bolo de vó”. “É algo que eu comi aqui e adorei. É simples mas toca algo no coração, justamente por remeter a um sentimento de casa”.

A viagem também tem clima de recuperação para Valastro. O confeiteiro passou por cinco cirurgias reparadoras em uma das mãos, após um acidente doméstico em sua pista de boliche. Ele conta que foi o pior período de sua vida, principalmente pela dúvida se poderia ou não continuar com seu trabalho, que depende quase que inteiramente de precisão nos movimentos das mãos. “Mas olha como o meu aperto de mão está firme? É impressionante”.

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