Eta eficiência

Sonia Racy

03 de dezembro de 2010 | 23h03

Foi grande o assédio a Benjamin Steinbruch, anteontem, durante a reunião do Conselhão, em Brasília. Todos querendo saber detalhes sobre a missão delegada pelo governo Sérgio Cabral à CSN. Como contribuição mais que bem-vinda no combate ao tráfico, a empresa aceitou queimar drogas apreendidas.

Indagado pela coluna sobre o processo, Steinbruch explica que a queima não atrapalha o funcionamento dos fornos da CSN. “Perto da quantidade de aço que derretemos, 40 toneladas de maconha desaparecem em segundos…”

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