Estado de direito

Sonia Racy

06 de junho de 2015 | 01h05

A Odebrecht Ambiental mandou ontem carta para a Caase – comissão para análise de aplicação de sanções, responsável pelo bloqueio cautelar da Petrobrás contra empresas da Lava Jato. Nela manifesta indignação com comunicado em que a estatal diz só ter adotado bloqueio ante “fatos em relação aos quais já havia provas concretas”.

O texto destaca que a própria estatal, em auditoria interna, “não apontou nenhum fato que ligasse a Odebrecht Ambiental aos supostos ilícitos”. Considera portanto que a medida “é patentemente ilegal” e que a OA “está sendo vítima de um arbítrio, uma ilegalidade que não pode ser admitida em um Estado de Direito”.

Direito 2

A carta foi com cópia para Aldemir Bendine, presidente da estatal, e Murilo Ferreira, presidente do conselho.