Erro zero na batalha da imagem

Sonia Racy

20 de agosto de 2016 | 00h52

Não foi por acaso que o Brasil conseguiu emplacar um “erro zero” no modo de lidar com o episódio dos nadadores americanos. Assim que o caso se tornou público, uma espécie de “situation room” foi montado pela segurança com o pessoal da Rio 2016, da polícia civil carioca e do Itamaraty.

A operação incluiu contatos com o consulado americano no Rio e com a Embaixada dos EUA em Brasília.

Ao final, segundo se apurou, a diplomacia aprovou o trabalho da polícia e da Rio 2016.

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