Entrevista de uma frase só

Entrevista de uma frase só

Sonia Racy

31 de janeiro de 2011 | 23h10

Foto: Luciana Prezia/AE

Ordem dos agentes de Ashton Kutcher: somente três repórteres poderiam se dirigir ao ator no camarim da Colcci, anteontem. Dentre eles, o desta coluna. Mesmo assim, cada jornalista só poderia fazer uma pergunta. Uma. “Convocados” a entrar numa sala, sem água nem banheiro, a espera foi de… três horas e meia.

No ínterim, passaram por lá Alessandra Ambrósio, coestrela da próxima campanha da grife, e Gisele Bündchen. Não quiseram conversa, tinham de se maquiar para o desfile. Do lado de fora, ouvíamos fotógrafos assobiando: estavam posicionados desde às 17h.

Ashton, cercado de seguranças e assessores, chegou finalmente às 21h30 e foi vaiado pelos fotógrafos pelo atraso. Demi Moore correu para ser maquiada. Ele, simpático, aparenta menos que seus 32 anos. Ela, corpo impecável para 48. A pergunta, então:

Ashton, o que você faria sem o Twitter hoje em dia, considera-se um “Twitter dependente”?

(risos) Acredito que as redes sociais são uma excelente maneira de integrar pessoas de diferentes países e culturas. E, como se vê agora (com as recentes manifestações no Egito), uma poderosa ferramenta.

E só. Hora de sair.

JOÃO LUIZ VIEIRA

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