Entre Jeová…

Sonia Racy

06 de fevereiro de 2014 | 01h10

Enquanto acertava a apresentação de João Paulo Cunha à Justiça, sem alarido e holofotes – coisa que conseguiu –, o advogado Alberto Toron participava de julgamento, em caráter pro bono, no STJ. Conseguiu trancar ação proposta pelo MP de São Paulo contra casal de Testemunhas de Jeová.

Em 1993, eles negaram consentimento para transfusão de sangue em sua filha, então com 13 anos. A menina morreu, e os pais foram acusados de assassinato.

…e Hipócrates

Toron evocou o Código de Ética médica, que dita: quando houver perigo de vida, o médico não precisa de autorização para adotar os procedimentos necessários e salvar o paciente. “E o Código Penal legitima a conduta do médico que assim age”, explica.

O julgamento, entretanto, não foi concluído porque houve pedido de vista.

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