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Sonia Racy

14 de março de 2014 | 01h10

Foto: Joka Madrugada

Alberto Toron foi visitar João Paulo Cunha, na Papuda, antes da sessão de ontem do STF, que absolveu seu cliente do crime de lavagem de dinheiro. E se inteirou da rotina do ex-presidente da Câmara: acorda às 7h, faz ginástica em sua cela, toma café e, das 9h às 11h30, trabalha na biblioteca – ele ficha os livros e faz entrega a outros presos.

Depois do almoço – em que costuma melhorar a “xepa” com ovos que compra na cantina do presídio – volta para a biblioteca. Durante uma hora, dá suas voltas pelo pátio.

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Na cela, passa o tempo lendo. Os últimos de sua lista? A Neblina do Passado e O Homem que Amava os Cachorros, de Leonardo Padura, e Diário da Queda, de Michel Laub.

Apesar da situação, o advogado relata que “não há stress com os colegas e ele se dá bem com os funcionários”.

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