Entre amigos, Armínio não esconde decepção com Aécio

Entre amigos, Armínio não esconde decepção com Aécio

Sonia Racy

25 de junho de 2017 | 01h00

Arminio Fraga. FOTO: CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃO

Quem conversa com Armínio Fraga sobre o ex-líder do PSDB Aécio Neves, frontalmente atingido pelas delações de executivos da JBS, percebe sua profunda decepção com o candidato à Presidência em 2014 – para o qual montou amplo e consistente programa de recuperação e crescimento sustentável.

Emprestando à causa, inclusive, seu prestígio na iniciativa privada e na academia.

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Cauteloso, o respeitado economista e acionista majoritário da Gávea Investimentos se limita a comentar que “Aécio se expôs de maneira muito complicada. Em sua condição de líder político importante, caiu na desgraça”.

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Hoje, aliás, Fraga – pela primeira vez em muitos anos – está muito mais preocupado com a política do que com a economia. Mesmo admitindo que o problema econômico é… colossal.

Quero não!

Rodrigo Maia, em jantar com amigos, em Goiânia, resolveu deixar mais claro o porquê da sua falta de interesse em suceder Temer: se isso acontecesse, ele perderia a chance de se candidatar a deputado. Sobraria tentar se reeleger à Presidência da República.

Para disputar outro posto, teria de deixar o Planalto seis meses antes da eleição.

Almoço cultural

Aconteceu ontem, no apartamento do cineasta Bruno Barreto, concorrido almoço em torno de candidato a ministro da Cultura: o deputado peemedebista paraibano André Amaral, de 26 anos.

Temer deve definir o nome do escolhido amanhã.

Passo certo

A bailarina brasileira Amanda Gomes foi medalha de prata no concurso internacional do Bolshoi. Até hoje, o único brasileiro a levar ouro foi o hoje primeiro bailarino do Royal Ballet de Londres, Thiago Soares, em 2001.