Ensaio sobre a Unesco

Redação

05 de dezembro de 2008 | 06h00

Enquanto o governo não anuncia sua decisão, os amigos de Cristovam Buarque vão à luta para que seja ele – e não o diplomata Márcio Barbosa – o indicado brasileiro para a vaga de diretor-geral da Unesco. E essa luta virou, anteontem, homenagem de uma penca de artistas ao senador, no restaurante EÑE, em São Paulo. “Fiquei perplexo com os rumores de que o governo já se decidiu (por Márcio)”, disse ele.

“Foi o Lula que me consultou, depois que o Mário Soares (ex-presidente de Portugal) defendeu meu nome para o cargo. Eu disse que aceitaria a disputa. A idéia foi dele.”

Fernando Meirelles, engajadíssimo, avisou: “Seria um vacilo se o Lula não indicasse o Cristovam”. De malas prontas para levar seu Ensaio sobre a Cegueira para os Emirados Árabes, o cineasta foi mais longe ao falar para o CQC: seria “uma burrice”. De quebra, ele deixou em dia o papo com Cláudia Costim, de quem foi colega no Conselho da Fundação padre Anchieta. “Saí na hora certa de lá”, avisou. “Só falavam em caixa d’água quebrada…”

Convidada, e desinformada, Gabriela Duarte pediu socorro ao ver jornalistas perto: “Qual é mesmo o cargo?”.

Já Maiara Bross, miss Gramado, foi direta sobre o motivo que a levou a apoiar a cruzada do senador: “É porque ele é fofo”.

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