Embaixador sugere cautela nas relações com Oriente Médio

Sonia Racy

06 Dezembro 2018 | 00h45

Fábio Vaz Pitaluga, aprovado nesta quarta-feira, 5, como embaixador brasileiro na Síria, no Senado, começa sua missão com uma advertência: precisa ser “muito bem refletida” a decisão (do futuro governo) de ampla aproximação diplomática com Israel.

É que, na Síria, o pano de fundo é o fim da longa guerra e uma reconstrução do País. Que movimentará algo como US$ 400 bilhões, num programa do qual o Brasil tem amplos meios de participar.

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