Em terra

Sonia Racy

05 de dezembro de 2015 | 01h40

O desembarque de Eliseu Padilha do Ministério da Aviação Civil teve início dois dias antes da decisão de Eduardo Cunha – que aceitou a denúncia de impeachment.

A gota d’água teria sido a revogação da nomeação de seu protegido à diretoria da Anac, Juliano Noman. Essa decisão saiu no Diário Oficial na segunda-feira.

 

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Estava marcada para esta semana a licitação de quatro aeroportos domésticos. Seriam os primeiros dos mais de 800 prometidos pela presidente ainda durante seu primeiro mandato.

 

No ar

Padilha deixa a Aviação Civil em crise financeira. Entretanto, houve aumento numérico de passageiros. Nos três primeiros trimestres deste ano, 163 milhões de pessoas voaram – ou seja, 2,3% mais que no mesmo período do ano passado.

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