Em reunião, Paulo Guedes avalia fraudes nos pedidos de auxílio emergencial na Caixa

Sonia Racy

23 de julho de 2020 | 00h46

Em uma recente reunião de avaliação do auxílio emergencial para discutir as fraudes, Paulo Guedes quis saber como elas se davam. Ao ter conhecimento de uma das maneiras arriscadas – o hacker toma posse do CPF de uma outra pessoa, tenta se registrar no programa de recebimento e muitas vezes consegue quando não há registro atual de algum tipo de emprego – o ministro ficou intrigado.

O que fez? Pediu para um assessor da Caixa, presente no encontro, testar no sistema seu número de CPF.

Resultado? Fraudador ousou entrar na Caixa com o nome e CPF de Guedes. Felizmente, teve o pleito negado. A tecnologia de segurança funcionou porque o ministro, afinal, tem emprego público e… fixo.

Unha e cutícula

Médicos de diversos setores conversavam ontem sobre a ligação entre o novo secretário de saúde do Estado, o infectologista Jean Gorinchteyn, e David Uip. Apostam na influência de UIP sobre Jean.

Meio do trajeto

Davi Alcolumbre tem duplo desafio este ano. Além de tentar eleger seu irmão Josiel prefeito de Macapá, trabalha para obter, lá na frente, 49 votos necessários para aprovar uma PEC que permita disputar a sua reeleição no Senado.

O Planalto, até aqui, segundo fonte, não aposta na empreitada pois não vê êxito, embora tenha Alcolumbre em alta conta. Principal ‘muro’? O STF, que torce o nariz para uma mudança desse porte.

O mundo é dela

Chico Cesar homenageou Djamila Ribeiro em suas redes sociais com a música “Na Jam do Mam eu encontrei com Djamila/ A pretitude empoderada do Brasil/ Aquele leque, aquele black tie, ali na fila/Porra moleque cê tá louco que ela me viu”.

É a segunda que recebe nessa pandemia. No início do mês, Margareth Menezes encerrou live com a filósofa por meio da canção “Djamila Ribeirão de Luz”, falando da relação da cantora, compositora e escritora com livros e orixás.

Rebate do rebate

Ivan Castaldi, presidente do Pinheiros, mandou mais uma nota para a coluna depois que ela publicou informações sobre a guerra no Clube entre conselheiros e ele próprio. Afirma que seu filho, Vitor Castaldi, “nunca pertenceu a empresa que presta serviço no ramo de alimentação ao clube”;

Terá que convencer os 29 conselheiros da instituição.

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