Em nome do grafite

Em nome do grafite

Sonia Racy

28 de julho de 2013 | 01h05

Fonte: Denise Andrade/Estadão

Vera Lucia Chaccur Chadad se entusiasma quando o assunto é seu Salão de Arte de São Paulo, que completa duas décadas e abre dia 12, na Hebraica, espaço de honra para grafiteiros – com curadoria de Thiago Mundano. “O grafite está em museus do mundo todo, e temos artistas maravilhosos”, analisa. Com aval do Coaf e do Iphan, Vera faz, anualmente, um mix de obras modernas e contemporâneas com gravuras, peças e livros raros. “Há lugar pra todos”, resume, “galerias, joalherias, antiquários, fotógrafos e decoradores.”

Já parte do calendário de eventos de São Paulo, Vera manterá a tradição de sempre reverter a renda integral dos ingressos (que custam R$ 30) a uma instituição beneficente – desta vez, à Associação de Assistência à Criança Cardíaca e Transplantada do Coração. Como ela mesma costuma dizer, “é arte para a vida”.

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