Ecad distribui quase R$1 bi a 383 mil titulares de direitos

Ecad distribui quase R$1 bi a 383 mil titulares de direitos

Sonia Racy

05 de janeiro de 2020 | 00h32


ISABEL AMORIM, DO ECAD. ARQUIVO PESSOAL

 

Isabel Amorim acaba de fechar as contas de 2019 do Ecad e revela à coluna: o escritório de arrecadação de direitos autorais fechou o ano com arrecadação de R$ 1,121 bilhão e distribuiu pouco menos que isso a mais de 383 mil titulares de direitos – uma média de R$ 2.570 para cada um.

Com menos de dois meses no cargo de diretora, ela destaca o forte investimento digital da entidade, que hoje permite às equipes, por exemplo, “a leitura de fonogramas numa média de 67 segundos”, providência essencial “na hora em que novos players, tipo Amazon ou Netflix, ampliam o serviço de forma gigantesca”. Muito trabalho para distribuir pouco dinheiro? “Sim, mas essa é a nossa tarefa”.

Em defesa da cultura,
o Verão Sem Censura

A distorção da cultura no carnaval é o tema que Felipe Cama escolheu para desenvolver o trabalho que vai mostrar no Festival Verão Sem Censura, que começa dia 17 na Praça das Artes. Cama se inspirou na polêmica sobre o significado de “golden shower”, que envolveu o presidente Bolsonaro e seu Twitter, no carnaval passado.

O festival é uma resposta da área cultural municipal a todas as críticas e ataques de outras autoridades do País às manifestações culturais. Serão mais de 40 atividades – teatro, filmes, debates, exposições – durante 15 dias. A apresentação de Cama acontecerá no Centro Cultural São Paulo.

Minissérie
e Youtube 

Lígia Cortez, que dirige o Célia Helena , ganhou personagem fixo na segunda temporada da minissérie Segunda Chamada, da Globo. Além dessa missão, ela comandará este ano, no Youtube, um programa de entrevistas com personalidades do mundo teatral.

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