E agora?

Sonia Racy

11 de julho de 2013 | 01h08

Na ânsia de diminuir a fila de pedidos de exames médicos, a Prefeitura fez, desde 18 de fevereiro, 1,4 milhão de telefonemas para agendar os procedimentos. Desses, 620 mil deram número inexistente ou estavam com o cadastro errado.

Com os dados em mãos, Haddad decidirá que medidas serão adotadas quanto aos pacientes não localizados.

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