Dom Joãozinho estuda ceder parte de seu acervo para ajudar Museu Nacional

Dom Joãozinho estuda ceder parte de seu acervo para ajudar Museu Nacional

Sonia Racy

03 Setembro 2018 | 18h56

D. JOÃO DE ORLEANS E BRAGANÇA

D. JOÃO DE ORLEANS E BRAGANÇA. FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK

Para colaborar na reconstrução da memória nacional, dom João de Orleans e Bragança, que ontem à tarde acompanhava no Rio o trabalho dos bombeiros na Quinta da Boa Vista, disse que se dispõe a emprestar parte de seu acervo familiar – ele é bisneto da princesa Isabel – no projeto de remontagem do museu. Entre os itens preciosos que ele pode repassar está até a mesa onde foi assinada a Lei Áurea – e que hoje está na casa onde mora, em Paraty.

Esse pacote de doações incluiria fotografias da coleção de D. Pedro II, gravuras e telas. “Isso será decidido com a direção do Ibram e do Museu Nacional”, contou ontem à coluna. Arrasado com o ocorrido, explicou: “Sigo o dever histórico da família imperial de estar presente e servir ao Brasil sempre.”

Os moldes do “empréstimo” seriam os mesmos que usou para montar, com peças cedidas, o Museu Imperial de Petrópolis , a Pinacoteca de São Paulo e o Instituto Moreira Sales.

Leia mais notas da coluna:

‘O jovem da periferia está se sentindo irrelevante’, diz pedagoga

Mulheres aprendem profissões na Penitenciária