Do bem

Sonia Racy

14 de agosto de 2012 | 16h48

Foi criado o Arredonda Brasil, capitaneado por Maria Antonia Civita. Em jantar na segunda-feira, em São Paulo, integrantes de CPFL, Comgás, Visa, Eletropaulo e Telefonica, entre outras empresas, ouviram explicações sobre como será a fundação beneficente – que deve entrar em funcionamento no ano que vem.

Do bem 2

Sob o lema “doe um pouco e ajude muito”, ela será alimentada pelo arredondamento de centavos em contas de diversas espécies, como energia elétrica e cartões.

Como assim? Ao receber uma conta de luz de R$ 201,38, por exemplo, o cliente pagaria R$ 202. Ou seja, doaria a quantia de 62 centavos para a fundação.

Condição: para que o arredondamento (para cima) possa ser feito, os consumidores terão de autorizá-lo oficialmente.

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Difícil? Nem tanto. O mesmo sistema já funciona na Europa, com o Arredonda Portugal, e nos EUA, com o Round It Up America. “Queremos disseminar por aqui a cultura de microdoações”, explica Maria Antonia.

Uma vez recolhido, o dinheiro será aplicado em programas educacionais, de saúde e de reinserção social. A serem selecionados.