DNA da música

DNA da música

Sonia Racy

09 de fevereiro de 2014 | 01h16

Paulo Flecha (Foto: Iara Morselli/Estadão)

Ele nasceu e cresceu em um ambiente para lá de musical. Aos 4 anos, começou a tocar piano. Aos 10, pulou para a bateria. Mas foi aos 12, quando ganhou a primeira guitarra, presente de Andreas Kisser, do Sepultura, que sentiu: “A parada ficou séria!”. Aos 13, “meio sem querer”, fez o arranjo de Pensamiento, música da mãe, a cantora Marina de la Riva.

Hoje, prestes a completar 18 – e à espera de respostas de doze universidades dos EUA, onde quer estudar Ciência da Computação –, Paulo Flecha, filho de João Pedro Flecha de Lima, lança seu primeiro disco, Feel. “Minha mãe (a quem ele chama de ‘incansável coach’) me deu uma incrível educação artística. Foi com ela que aprendi: assim como fazer música, escutar música também é uma arte.”

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