Diretora explora nas telas o ‘terror feminista’

Sonia Racy

20 de outubro de 2019 | 00h32

MARIA ALICE ARIDA. FOTO: CHRIS RUFATTO

 

Depois do curta–metragem Instinct ­ ganhou 12 prêmios em 30 festivais – Maria Alice Arida roda seu primeiro longa em fase de roteiro. A brasileira, com mestrado no American Film Institute, acredita que o movimento #metoo, desencadeado pelo escândalo Weinstein, deflagrou aumento de mulheres atrás das telas.

Nos EUA, por exemplo, fala-se muito em social thrillers (suspenses com mensagem social). Mas é o ‘terror feminista’ o foco dos primeiros trabalhos de Maria Alice. Nos filmes tradicionais , raramente atrizes interpretavam heroínas. “Nos de terror feminista, a expectativa será subvertida: a mulher sai da posição de vítima e adquire protagonismo”. Simultaneamente, a diretora desenvolve dois outros projetos: um suspense policial e um documentário investigativo.

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