Devo, não nego, mas…

Sonia Racy

13 Setembro 2015 | 01h15

Em defesa dos direitos sequenciais de artistas brasileiros – os 5% a que eles têm direito quando um quadro é revendido –, Leonardo Cançado ainda não chegou a consenso com Luís Roberto Barroso. O ministro é testamenteiro de um amigo, Nelson Diz, que morreu em 2014 e deixou uma coleção de obras de arte, toda arrematada em recente leilão.

Qual o conflito? Em nome do Inpav, entidade que defende aqueles direitos, Cançado entende que Barroso tem de ir atrás dos artistas para pagá-los. E o ministro avisou que vai “reservar o dinheiro” à espera de que os credores apareçam.