Devagar é que se avança…

Sonia Racy

09 de abril de 2010 | 07h54

Nessa vira-volta sobre a usina de Belo Monte, a chance de ela sair do papel só será possível se o processo for adiado. O governo acha que ela vai custar US$ 20 bilhões e os investidores, algo como US$ 35 bi.

Ontem, o segundo consórcio pensava em desistir. E o terceiro, recém-formado, precisa de tempo para esmiuçar o que os outros dois estudam há 10 anos. Pelo que se apurou, Camargo Corrêa e Odebrecht (integrantes do primeiro consórcio, que acaba de desistir), mais a Andrade Gutierrez (líder do segundo) e também a Eletrobrás passaram esse tempo montando o projeto base, que consumiu R$ 150 milhões.

Ou seja, saíram bem na frente.