Designer de joias vê no coaching uma forma de tornar o processo criativo mais humano

Designer de joias vê no coaching uma forma de tornar o processo criativo mais humano

Sonia Racy

07 Janeiro 2018 | 00h45

Foto: Denise Andrade/Estadão

Joana Madia trocou o mundo corporativo – no qual trabalhou por 12 anos, em empresas como a Whirlpool e a multinacional Bunge – por um ramo um tanto curioso, o ‘coach de joias’. Como funciona? “Penso que todas as pedras preciosas e os metais têm o poder de ajudar quem as escolhe em seus processos de vida, nos desafios diários. Sobre o coaching, aprendi que o processo entrava no mundo da ourivesaria na prática, recebendo clientes em meu ateliê.” De que forma? “Elas vinham falar da joia e acabavam trazendo demandas emocionais com as que eu não estava pronta para lidar. Algumas até choravam – fato que me fez ir atrás de uma formação em Coaching Ontológico, que concluí no Chile há dois anos”. Hoje, Joana atende a demanda emocional e física em um ateliê nos Jardins. “Claro que não precisa de 10 sessões para fazer uma joia comigo, mas temos esse serviço. Brinco que transformo joias da alma em joias da matéria.”