Desastre 2

Sonia Racy

22 de abril de 2010 | 08h03

Portanto não será surpresa se, na hora da assinatura do contrato de Belo Monte, sobrarem no consórcio Norte Energia somente empresas e fundos estatais. É certo que muita água vai rolar até lá. Mas pelo que se apurou ontem, essa é a tendência caso o governo Lula não se disponha a garantir preço competitivo com o valor da obra.

Em outras palavras, oferecer garantia real de que as contas podem fechar.

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