Depois de amanhã

Sonia Racy

03 de janeiro de 2011 | 23h03

Hélio Costa, que não foi lembrado por Dilma na escalação de seu governo, recebeu dois convites para 2011. Um para voltar à TV e outro para trabalhar em empresa de telecomunicações.

Ainda não decidiu, mas calcula: “Prometi a mim mesmo que só depois de um ano da minha saída do Ministério das Comunicações poderia ir para a iniciativa privada. O prazo vence em março”.

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