Defensorias públicas querem criar força-tarefa

Sonia Racy

15 Janeiro 2017 | 00h45

Uma força-tarefa permanente, nacional, de defensores públicos, para passar a limpo a situação dos mais de 620 mil presos do País. Essa é a ideia que vem tomando corpo entre esses profissionais. Não é pouca coisa. Nas contas do próprio poder judiciário, cerca de 300 mil desses presos estão nas cadeias indevidamente.

Qual a missão? “Libertar os que têm pena vencida, ver a situação dos presos ainda sem sentença, definir os casos de prisão semi-aberta, atualizar os benefícios a quem tenha direito, avaliar casos de urgência de saúde, entre muitos outros desafios”, resume à coluna a defensora paulista Maíra Diniz.

Que, por sinal, está de partida para Manaus, para ajudar na assistência aos detidos nas penitenciárias rebeladas.

De volta à lousa

Fernando Haddad está de volta ao seu posto na USP. Ministrará a disciplina Política 3 às quintas-feiras no primeiro semestre da graduação do curso de Ciências Sociais.