Defensoria de SP consegue que mãe aguarde julgamento em casa

Sonia Racy

04 Abril 2017 | 00h45

A pedido da Defensoria Pública de SP, Gilmar Mendes, no STF, “mandou para casa”  — leia-se, em prisão domiciliar — uma jovem mãe de dois filhos que estava presa, aguardando julgamento por tráfico de drogas.

O pedido havia sido negado pelo TJ paulista e depois pelo STJ, onde o voto foi da ministra Maria Thereza Assis Moura.

A mesma ministra que mandou para a prisão domiciliar Adriana Ancelmo.

Em um ano, STJ autorizou prisão
domiciliar para 32 mães

Balanço do próprio STJ divulgado ontem informa que, desde março de 2016, o tribunal aceitou a prisão domiciliar de mães em 32 casos. E aprovou 40 decisões liminares pela concessão do benefício.

Governo espera R$ 13 bilhões
com a “repatriação 2.0”

Foi reaberto na sexta-feira o Programa de Repatriação de ativos mantidos ilegalmente por brasileiros no exterior. O período de adesão vai até 31 de julho deste ano.

O governo Temer espera arrecadar algo como R$ 13 bilhões.

Pedindo é que se recebe

Ante a falta de insumos na rede municipal de saúde, Doria corre atrás de compras emergenciais para abastecer as UBSs. Bateu na porta do laboratório MSD e conseguiu a doação de 300 mil seringas de insulina.

Vereadores não querem 
‘pacotão’ de privatizações

Na reunião mensal com vereadores, hoje, Doria ouvirá que os parlamentares não querem receber pacotão com todas as privatizações e concessões reunidas em um só projeto.

Tudo como dantes
na Brasilcap

A Brasilcap – diferentemente do que se previa – decidiu renovar o mandato de Márcio Lobão na presidência da empresa. Trocou sim foi de presidente no conselho de administração: o novo eleito é Marcio Hamilton Ferreira, vice do BB. Filho do senador Edison Lobão, Marcio foi um dos alvos da Operação Leviatã, desdobramento da Lava Jato, em fevereiro.

Lucia revelou ‘o grande
amor’ da princesa Diana

Em rara entrevista, Lúcia Flecha de Lima revelou à coluna, em 2013, algo antes inimaginável: que o grande amor da vida da princesa Diana não havia sido Dodi-Al Fayed, tampouco o paquistanês Hasnat Khan, mas… o príncipe Charles.

A embaixatriz, que morreu domingo em Brasilia, tinha orgulho de afirmar sua proximidade com a princesa.