De pai para filho

Sonia Racy

13 de agosto de 2011 | 23h01

Nesta data querida, Alexandre Birman olha para os 17 anos de sua empresa, a Schultz, e conclui: “Todas as minhas conquistas tiveram o dedo do meu pai. Ele é um exemplo. Aos 5 anos, aprendi, na Arezzo (fábrica da família), a dobrar caixas de sapato”, recorda. Aos 14, Birman fez sozinho o primeiro mocassim que o patriarca, Anderson, guarda até hoje. Com 18, abriu a própria marca de sapatos, que inaugurou novo conceito no Shopping Higienópolis. De olho no futuro, o empresário quer passar a tradição de calçados aos filhos.

Aliás, planeja o primeiro rebento para o ano que vem.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: