De olho em Alexandre de Moraes

Sonia Racy

07 de fevereiro de 2017 | 00h45

Tem inimigo de Alexandre de Moraes de olho. Ato da CCJ do Senado prevê que, para se aprovar uma indicação ao Supremo, é necessário apresentar o rol de atuação do pretendente.

Diz o regimento: “Quanto à sua atuação, nos últimos 5 anos, contados retroativamente ao ano em que se deu sua indicação, em juízos e tribunais, em conselhos de administração de empresas estatais ou em cargos de direção de agências reguladoras”.

Na próxima?

Para tentar consolar Ives Gandra Filho, consta que Temer sinalizou ao jurista, pessoalmente, a disposição de Ricardo Lewandowski de se aposentar do STF… antes do prazo. Aí então, o presidente encaminharia seu nome.

Reforço

Segundo Sergio Bermudes, os advogados criminalistas Eduardo de Moraes e Renato de Moraes, filhos do lendário Evaristo de Moraes, estão traçando nova estratégia para defender Eike Batista.

“Farão nova exposição, onde sangrará outra vertente, mostrando tudo o que ele fez de bom”. Bermudes, como a maior parte do meio jurídico, não vê motivo para prisão de Eike.

Primeiro dia

Não vai faltar emoção na estreia de Edson Facchin, hoje, na Segunda Turma do STF. Entre os casos do dia está um pedido de habeas corpus do fazendeiro Norberto Manica.

O mineiro foi condenado a mais de 100 anos pela morte de três auditores fiscais em Unaí, em 2004.

Vai defendê-lo o advogado Antonio Carlos Almeida Castro, o Kakay.