De direito

Sonia Racy

06 de março de 2014 | 01h04

Associações de tradutores e intérpretes se organizam para ir à Câmara, em Brasília. Querem alterar decreto que qualifica a contratação desses profissionais como “serviço comum” – a exemplo de garçons, jardineiros etc.

Alegam que a tributação aplicada à categoria, hoje, é de “serviço técnico especializado” e que, portanto, ela deve ser incluída no Simples.

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