De consenso

Sonia Racy

08 de maio de 2010 | 06h01

Tão ou mais importante que comemorar os dez anos da Lei de Responsabilidade Fiscal é resistir às crescentes pressões para que ela seja desrespeitada.

É o que pensa um dos mentores da lei, Pedro Malan. Ele que ela se transforme em jabuticaba brasileira – “a lei que não pegou”. Para o ex-ministro, construir reputação de comportamento fiscalmente responsável demanda muito, muito tempo. “E a destruição pode chegar em pouco, muito pouco tempo.”

Esse é o risco que corre hoje o País, visto a voracidade na busca de recursos públicos. Que são concedidos, por vezes, ao arrepio da Lei.

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