De concreto, até agora, nada

Redação

29 de janeiro de 2010 | 09h17

Benjamin Steinbruch foi para Lisboa acompanhar a oferta de compra da Cimpor pela CSN. “O problema concorrencial aqui é tão rígido quanto aí, mas estamos indo bem”, contou à coluna ontem, por telefone.

A briga é de cachorro grande. Não bastasse o desentendimento dos acionistas da Cimpor – motivo pelo qual a venda está acontecendo – a disputa pela empresa envolve Camargo Correa, Votorantim e CSN. Todas querendo se associar ou comprar a cimenteira portuguesa, terceira maior no Brasil.

Agregando fervor ao imbróglio, Mariana Tavares, da Secretaria de Direito Econômico, questionou publicamente o interesse da Camargo Correa e da Votorantim. Motivo? Ela entende que as duas manobram para impedir que a CSN cresça no mercado de cimento. E, embora não tenha se manifestado oficialmente, Arthur Badin, do Cade, trilha o mesmo caminho de Mariana.

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