Curta metragem

Sonia Racy

11 de maio de 2019 | 14h48

 

LAÍS BODANSKY. FOTO: IARA MORSELLI / ESTADÃO

Atualização, às 20:53, de texto divulgado às 14:48

Laís Bodanzky está com um pé fora da SpCine. Ao que se apurou, entre fontes próximas da cúpula da Prefeitura, Bruno Covas estaria decepcionado com seu modo de agir na entidade, na qual, segundo se comenta, estaria se comportando como dona da empresa — e há quem diga até que “o jacaré subiu no telhado”. A se confirmar a notícia, a cineasta deixaria o posto antes de completar três meses no cargo.

Procurado, o secretário Alê Youssef não foi encontrado de início para comentar a notícia — e depois fez contato com a coluna, negando que Laís vá deixar a função. A cineasta também afirmou, pouco depois, que não está de saída do cargo.

Empossada no dia 26 de março, em concorrida festa no Paço das Artes, em SP, Laís anunciou, de início, que uma de suas metas seria ampliar o circuito de 20 salas populares — e outra, enriquecer o catálogo de streaming do SpCine. Sua indicação foi então saudada pelo ex-presidente da Ancine, Manoel Rangel, como “a melhor notícia do ano no cinema”.

A mais recente produção da cineasta, concluída em dezembro, em Portugal, foi “Pedro” — um longa sobre a vida do imperador Pedro I, protagonizado por Cauã Reymond.

 

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