Cultural 2

Sonia Racy

07 de outubro de 2010 | 23h09

Em poucas palavras, dá para arriscar dizer que Moreira Salles defende modelos democráticos, onde lideranças naturais têm espaço para surgir sem que o indivíduo, entretanto, possa se sobrepor ao conjunto. Eike, por sua vez, descreveu linha personalista, calçado em lideranças formadas fora da empresa, atraídas pelos altos ganhos. Sequer na forma de remunerar um executivo houve concordância.

Eike chegou a fazer autocrítica. “Exagerei. Acabei criando muitos gatos gordos do tipo Garfield”, brincou. Mantém, entretanto, sua pregação por mais generosidade do empresário brasileiro na divisão de lucros.

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