Crochê coletivo

Crochê coletivo

Sonia Racy

03 de novembro de 2019 | 00h43

 

HELENA SAAD. FOTO: DANIELA RAMIRO/ESTADÃO

 

Helena Saad, nome à frente do projeto social Aparaitinga, um coletivo de mulheres de São Luiz do Paraitinga, está expandindo o portfólio da marca de produtos em crochê. Além de bonecos, bolsas e objetos de decoração, a grife vai ganhar peças de vestuário. “Comecei a fazer crochê há dois anos, aprendendo com as mulheres da zona rural. Percebi que podia ajudar a profissionalizar o trabalho dessas mulheres. Elas começaram a ver que são úteis e passaram a ter sua própria renda. Mexe com a autoestima”, explica Helena, que planeja trabalhar com o terceiro setor. Após uma curadoria, a marca teve site e redes sociais. A produção também migrou do linho e da lã para o fio de malha, tudo lavável. E para aprimorar a técnica e aprender novos pontos de crochê, as mulheres, que têm entre 25 e 60 anos, começaram a fazer cursos.

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