Crise, que crise?

Sonia Racy

01 de julho de 2012 | 01h05

Marco Aurélio Mello não vê “nada de discrepante” na novela do mensalão entre Ayres Britto e Ricardo Lewandowski. “No colegiado, você tem enfoques diversos, cabe respeitar cada um”, afirma.

Mas não acredita que o julgamento acabe em agosto. E aposta que Cezar Peluso pendura a toga antes de votar. Será?

Crise 2

E o frenesi em torno da questão? “Nunca tinha visto isso. No linguajar carioca, diria que houve uma excitação quase juvenil, como se este fosse o primeiro processo”, brinca.

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