Crack do sistema

Sonia Racy

05 de janeiro de 2012 | 23h07

A tão criticada ação de “dispersão” na Cracolândia tem justificativa dentro do governo Alckmin. A prática foi adotada para dificultar o sistema “econômico” da distribuição de drogas: entregas em um só lugar.

A Secretaria da Justiça estima, na região, faturamento diário, com a venda dos entorpecentes, de… R$ 40 milhões.

Crack 2

Dúvida do governo do Estado: será que Ivan Sartori, novo presidente do TJ-SP, dará continuidade à ideia de mutirão na Cracolândia?

Explicando: é necessário ter parecer de um juiz para que se possa internar, compulsoriamente, um dependente químico. Por isso foram acertadas, com a antiga gestão do TJ, ações policiais acompanhadas por grupo de juízes.

Para evitar que a PM prenda o usuário e ele volte ao local depois de 24 horas.

Crack 3

Gente de peso garante passagem de cantor romântico famosíssimo pela Cracolândia.

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