Dono do Biofast admite equívoco e diz que casos de covid em Trancoso ainda estão sendo contabilizados

Dono do Biofast admite equívoco e diz que casos de covid em Trancoso ainda estão sendo contabilizados

Sonia Racy

05 de janeiro de 2022 | 02h00

Rogério Saladino, dono do Biofast.

O dono do laboratório Biofast, Rogério Saladino, retificou nesta quinta (6) a informação dada por ele e publicada em versão anterior desta nota. Ao contrário do afirmado, não foram registrados 723 resultados positivos para a covid-19 em testes feitos em uma unidade provisória de seu laboratório em Trancoso, na Bahia.

“Pedi para a empresa número de casos positivos e me mandaram número de testes”, conta o empresário. “Os casos positivos estão sendo informados pela Biofast ao Ministério da Saúde”, diz ele.

A coluna publicou ontem que a unidade provisória do Biofast havia registrado 723 casos de covid e 130 casos de pessoas com covid e variantes da influenza ao mesmo tempo, logo após o ano novo.

O empresário paulista acrescentou que  “a saúde pública é responsável pela divulgação dos números”.

Vapt vupt

De férias nos EUA, Fernando Alfredo dorme mais tranquilo. Entre um passeio e outro, o presidente do PSDB paulistano decidiu vacinar seu filho de oito anos contra a covid. Contou à coluna que bastou entrar na farmácia do Walmart e o menino recebeu uma dose única – em Miami.

 Letras e bola

Reaberto no ano passado após incêndio, o Museu da Língua Portuguesa bateu recorde de visitação em dezembro, com 18.971 visitantes – as férias escolares ajudaram no boost. Foram 81.393 frequentadores ao todo durante 2021.

Já o Museu do Futebol acumulou 78.486 visitantes anuais. Em tempo: o número de visitas foi crescendo mês a mês, de acordo com as mudanças de regras e políticas de combate à pandemia.

Devo, não nego

Com a volta do Brasil – 11 anos depois – ao Conselho de Segurança da ONU, o embaixador Rubens Barbosa acredita que o chanceler Carlos França achará um jeito de liquidar a dívida brasileira com a organização, que já bateu nos US$ 293 milhões. Em grande parte decorrentes, ao que consta, de dívidas com missões de paz.

“Acho improvável que o Brasil, sob risco de não poder votar, deixe de acertar essa conta”, pondera o embaixador. “O ministro arrumará dinheiro para isso de algum modo.”

 …Pago quando puder

Mas Barbosa se preocupa, no momento, com outro problema. É que o ministro Paulo Guedes, que já ignora o Mercosul, quer agora tirar o Brasil do Fundo Financeiro para a Bacia do Prata, o Fonplata. O que, adverte, ‘tornaria sem sentido’ essa organização.

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