Correntista

Sonia Racy

02 de fevereiro de 2011 | 23h08

No caso da quebra do Banco Nacional, a família Magalhães Pinto teve seus bens arrestados. No do Banco Boavista, a família Paula Machado também. E quem é que não se lembra do Banco Econômico ou do Bamerindus?

A grande diferença foi que o Proer usou dinheiro do Tesouro Nacional para equacionar a situação evitando caos no mercado financeiro. E este Proer agora usou dinheiro privado.

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