Corre-corre

Sonia Racy

13 Janeiro 2015 | 01h02

Sem chance de férias, na Assembleia, para o pessoal da CPI da USP. O relator, Adriano Diogo, marcou sessões às terças, quartas e quintas, para ouvir cerca de 200 pessoas e preparar seu parecer.

Sem ele, até a volta da rotina, em março, a comissão – que investiga todo tipo de abusos dos direitos humanos ligados à universidade – poderá ser arquivada.