Conta que não fecha

Sonia Racy

28 de agosto de 2015 | 00h20

Empresários de ônibus – que respondem por 40% dos passageiros na capital – reúnem-se hoje à tarde para decidir se deixam suas frotas na garagem a partir de terça-feira. Trata-se de reação à informação que lhes passou Jilmar Tatto em reunião na segunda: a Prefeitura não vai cumprir o compromisso de reajuste de 11% na renovação dos contratos. A correção será limitada a 6,5%.

No encontro, o secretário de Transportes de Haddad culpou a queda da arrecadação.

Conta 2

No início das conversações, o grupo – formado pelas antigas cooperativas – pediu 21%. E diz ser impossível pôr a frota na rua com o índice imposto.
Em nota, a assessoria do secretário argumenta que “a correção do valor segue as regras contratuais”.