Consolo

Sonia Racy

29 de novembro de 2015 | 12h42

Após longa queda de braço sobre Belo Monte com militantes de direitos humanos do continente, Dilma pode enfim descansar do assunto. Na terça, o Ibama autorizou a operação da usina, no Xingu. E na quinta, um brasileiro que era de sua equipe, Roberto Caldas, foi apontado presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Entre 2011 e 2012, o tribunal se opôs duramente à usina. A ponto de Dilma interromper as contribuições e de lá tirar o embaixador brasileiro.

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A previsão de alguns, entretanto, é que Caldas não terá sossego no cargo. Seja por Belo Monte – os protestos dos índios continuam – ou pela condição das prisões do Brasil.

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