Concentração

Sonia Racy

02 de agosto de 2012 | 01h10

O frisson pré-mensalão virou de cabeça para baixo a rotina do Supremo. Enclausurados em seus gabinetes ou em reuniões, ministros estudavam, até ontem, o formato do gigantesco processo e retocavam votos.

Poeta e adepto da meditação, Carlos Ayres Britto abandonou (temporariamente) alguns de seus hábitos. Além de se preparar para o julgamento, participou de duas sessões do CNJ – também presidido por ele – esta semana. “Presidente do Supremo é assim mesmo, tem de se desdobrar. E sem perder o foco”, afirmou à coluna.

Concentração 2

Revisor do caso, Ricardo Lewandowski, por sua vez, tem feito uma queixa frequente: parou de escrever um livro por causa da correria.

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