Como o FMI enfrenta crise

Redação

13 de dezembro de 2008 | 06h00

Não há uma “receita universal” para a crise financeira. No Primeiro Mundo, onde o PIB vai cair em 2009, é preciso baixar medidas fiscais. Nos países emergentes, essa necessidade é menor – afinal, eles devem crescer um pouco. Mas, para que os pacotes sejam eficazes, devem ser direcionados para setores com propensão maior ao gasto – como a baixa renda.

Quem faz a advertência? Murilo Portugal, hoje diretor-gerente adjunto do FMI, numa detalhada análise da crise financeira que sai na edição de dezembro da Conjuntura Econômica.

E o que tem feito o FMI na crise? Criou uma linha de liquidez a curto prazo que permite a países mais pobres a pedir até cinco vezes a sua cota, sem as condicionalidades tradicionais.

Portugal deixa outro aviso: “Aumentar o protecionismo seria um erro trágico nas atuais circunstâncias.”

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: