Como dantes

Sonia Racy

21 de dezembro de 2010 | 17h21

Para José Carlos Pinheiro Neto, da GM, as recentes limitações nos financiamentos de carros tiveram pouco efeito prático. “É raro alguém dar uma entrada de 30% em dinheiro. Normalmente, este montante é coberto com a troca de carro usado na negociação”, explica.

Nada tira de 2010 a condição de um dos melhores anos da indústria automobilística do Brasil.

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