Combate

Combate

Direto da Fonte

30 de junho de 2013 | 01h08

Foto: History Chanel

O baterista dos Paralamas do Sucesso acaba de lançar novo livro – 1942: O Brasil e Sua Guerra Quase Desconhecida– sobre a aventura da FEB na Itália. Fanático pelo tema (é dele o documentário Um Brasileiro no Dia D, de 2004), o músico, também autor de Minha Segunda Guerra, conversou com a coluna.

Seu pai era pracinha. Vem daí o interesse pelo assunto?

Ah, com certeza. Ele era soldado raso do Regimento Sampaio, da FEB. Mas nunca “glamorizou”. Teve de largar o emprego nos Correios para ir lutar. E o fato de não falar muito me instigou ainda mais.

O que te inspirou a escrever este segundo livro?

Laurentino Gomes e Eduardo Bueno (risos). Resolvi fazer um livro de jornalismo histórico, contextualizar o Brasil no episódio. Até para entender por que participamos do conflito.

O que mais vem por aí?

Há outros projetos em andamento. Um deles é O Caminho dos Heróis, documentário sobre como os pracinhas ainda são lembrados, com carinho, na Itália. Será exibido na TV paga em breve. Outro projeto é uma minissérie focando um pelotão brasileiro – mais dramaturgia, filme de ação, mesmo. Chama-se Terra de Ninguém. Deve ficar pronto em 2015.

Teve algum apoio financeiro?

Por enquanto, eu e meu irmão (que tem uma produtora) fizemos no peito e na raça. MasTerra de Ninguém está inscrito na Lei Rouanet. Até agora é 100% quixotesco. /DANIEL JAPIASSU

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.