Combate

Sonia Racy

15 de abril de 2015 | 01h10

A defesa da Galvão Engenharia quer que o plenário do STF analise seu pedido para anular a delação premiada de Alberto Youssef, feita na Lava Jato. Em decisão individual, semana passada, Dias Toffoli negou a anulação.

A defesa se baseia em parecer de Gilson Dipp, do STJ. Ele considerou “imprestável” a delação de Youssef, visto que uma semana antes de ela ser homologada, em setembro de 2014, o doleiro havia sido condenado por ter quebrado acordo anterior, no escândalo do Banestado.

Se a Galvão tiver êxito, as provas obtidas a partir do que disse Youssef podem cair.

Combate 2

Em outra iniciativa, a empresa levará ao MPF sua defesa contra a acusação de ter contratado a JD, do ex-ministro José Dirceu, para “dar legalidade” a um pagamento ao PT em troca de contrato na refinaria de Paulínia.

Segundo o MPF, os negócios coincidiam em datas e a Galvão Engenharia ganhou contrato de R$ 568 milhões. A defesa responde: esse valor é 19% menor que o máximo estabelecido pela Petrobrás.

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